31 dezembro 2008

O Objecto do Ano É, txaram...



... um dependurador de sacos, bolsas, casacos relativamente leves, pochettes, clutchers, écharpes, luvas, sacos de hipermercado e afins. Chique e útil, evita que objectos caiam da cadeira do local onde se encontra alapado.
Eu juro que vou tentar saber onde isto foi adquirido, para também vocês poderem ter 1 maravilha destas (já sei que andam todos com dor de coto...).
Ah, aceitam-se sugestões de nomes para o objecto, porque "dependurador" foi assim a modos que de repente que me ocorreu... Até sempre.

Metas para 2009

As minhas metas para o próximo ano são... Espera, antes de as enunciar, vou explicar que desta vez pensei em coisas exequíveis (já me deixei de "Emagrecer 1 tamanho de roupa" ou "Deixar de fumar", embora esta é por já a ter almejado, ou "Pôr diariamente no mealheiro 2 euros para ir à Nova Zelândia" (se for Croácia, já fico satisfeitíssima!) ou etc. Mas estes progressos são porque domino esta cena da avaliação, já que tive de fazer os meus objectivos individuais para entregar lá na escola; já distingo "metas operacionais" de, olha, esqueci-me daquela terminologia toda, thanks God.
Então, as metas:
- Aprender a fazer quiche vegetariana;
- Não engordar. Se por acaso ficar com falta de apetite e não suportar ver doces à minha frente, a ideia era perder 2 kg s e voltar a caber à volunta nas minhas calças de ganga-fétiche;
- Ser um cochinho mais techno e mais info (hoje reconheço que foi o cúmulo: de manhã comprei o Nokia 5310, preto e azulinho, e só me lembrei dele já à noitinha... Isto não é normal, façam-me um upgrade urgente);
- Lembrar-me mais de não me esquecer de fazer festinhas que queiram dizer "gosto de ti / si";
- Perceber como se faz a manicure françesa (só para saber, que eu nem gosto);
- Decorar uma letra duma canção do princípio ao fim.
A todos os que por aqui passarinham um bom mergulho em 2009! Xuac!

29 dezembro 2008

O que é isto, hein


Vamos lá, minha gente, toca a pôr essas mentes analíticas a funciminar: o que é este singelo objecto, para que serve, onde e quando se utiliza, com que frequência, ...

A regra, a do costume: não vale cuscar na net, lojas ou afins.
O prémio, uma salvinha de palminhas. (Qualquer dia, ganho coragem e conto-vos esta das palmas...)

Já sei k fotos não estão em condições, mas isso não é desculpa. Go for it!
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Pistas adicionais:
- Deu uma colega, por isso é prenda de gaja, embora unisexo.
- Por trás, é preto, com uma superfície tipo íman, não o sendo.
- É pesadote pró tamanho (2 vezes 1 moeda de 50 cêntimos + ou -).
- Não se guarda nada lá dentro.

28 dezembro 2008

Rescaldo Natalício

As grandes ocasiões são sempre assim, polémicas. O que deverá ter oposto Gregos a Troianos, no lo sei, mas ainda hoje a questiúncula persiste: agradar a todos, para além de tarefa humanamente impossível, é igualmente laborosa e frustrante. E não havia de ser diferente no Natal, pois claro que não.

O Natal está inquestionavelmente ligado ao material. Concordamos todos no como sabe bem receber aquele esporádico telefonema, ver a família reunida, conviver numa jantarada avermelhada noite adentro, etc... Mas sejamos francos, toda a gente gosta de desembrulhar uma prendinha ou outra. Eu adoro receber, mas tenho também especial gosto em oferecer. E nunca compro por comprar. Por isso detesto sentir que o fazem comigo ou, PIOR, sentir indiferença pela minha oferta. Mas acontece. (Por isso, não me venham dizer que o que conta é a intenção, que não é isso que tenho constatado!)

Depois há um fenómeno curioso: as etiquetas com o custo dos produtos encolhem. É engraçado como os preços engordam e passam a encher a etiqueta quase toda de um mês para o outro...

Outra coisa muito agradável é ver as crianças mergulhadas numa relação muito próxima com o menino Jesus - "ó menino, juro portar-me muito bem se me trouxeres uma consola xpty, para além da bike, do mp3 e da PSP que já vi debaixo do pinheirinho e dos 125 euros que fulano e sicrano me vão dar..."

Mas o ex-libris desta época é ver os senhores condutores imbuídos do espírito natalício: vermelhuxos como o Pai Natal, ágeis de braços e dedos que se apressam a pôr de fora do vidro, numa ânsia louca de comunicarem com os seus congéneres rodoviários. E apitam vigorosamente, como nos casamentos. Comovente.

A cereja no topo do bolo: este mesmo bolo, o rei, cuja cereja é cristalizada, acompanhado de 1 pão-de-ló da pastelaria Caneiros custa 28 euros! Depois falam na supremacia das marcas brancas tipo Pingo doce e Lidl em detrimento do certificado de qualidade...

21 dezembro 2008

Quase 300 Euros

... é, segundo um deputado do PPD-PSD em resposta a um repórter do brilhante CQC, o valor actual do salário mínimo. Quase, não chega bem lá, he says. Any gentle comments?
Ah, o único político do painel dos inquiridos no respeitoso programa de ontem que acertou no valor exacto do salário mínimo foi o Marcelo Rebelo de Sousa.

17 dezembro 2008

Um Prémio

... a quem me ajude a encontrar a antena do meu bólide.
Quando o comprei, praí há uns 3 anos, punha e tirava a antena diariamente e / ou estrategicamente. Depois, vi que isso não era vida, que dava trabalho e que ao esticar-me toda, sujava a roupita. Vai de a guardar, não só pelos motivos anteriormente citados, mas sobretudo para evitar roubarem-ma. E agora, onde andará ela?... Um carro tão giro, sem antena, na fica nada estético...

15 dezembro 2008

Fico quilhada

... quando levo uma eternidade para conseguir ultrapassar um camião numa estrada ranhosa e depois, eis que olho pelo retrovisor, e o estupor vira-me no cruzamento à direita (ou esquerda, indiferente)...

14 dezembro 2008

Boa ideia



Eu transcrevo:



"Por favor, coloque aqui cartas, escritos, papéis, fotografias ou objectos que tenha encontrado e que lhe pareça que reflectem a forma de sentir e de viver de Guimarães.
Estes “objectos encontrados” serão parte central da peça de teatro “Memórias de uma Máquina a Vapor” que estreará, no Espaço Oficina, no mês de Novembro.
Obrigado por contribuir para a arte que se cria de e para Guimarães."


Este post está a descair pó anacrónico, eu sei. Já o que se passou na Oficina em Novembro, na sei. Mas tinha aqui esta foto e achei por bem pô-la aqui pa vocês saberem que o berço da nação ainda dá à luz quelque chôse. Até sempre.

10 dezembro 2008

To My Favourite Bro

Uma ganda beijoca!




09 dezembro 2008

A Turma

Este weekend vi "A Turma". Não tenho muito a dizer sobre o filme porque está tudo lá. (Nem sei muito bem se gostei...) A única cena muito pouco verossímel acontece quando um jovem prof entra esbaforido sala dos professores adentro, acusando os alunos de serem selvagens e totós; a reacção silenciosa dos seus colegas só seria por cá possível se estivessem menos de duas pessoas numa sala!

08 dezembro 2008

O que estava + à mão

com mais de 160 páginas era:

Prevenir a hipercolesterolémia é, sem dúvida, justificado, na medida em que este figura entre os principais factores de risco das doenças coronárias, paralelamente ao tabagismo, ao sedentarismo, ao stress, etc.
(in Coma e Cure-se, da vasta colecção de livros do meu papi que encaixam no tag "formas persistentes e quase desesperadas de reduzir o perímetro do baixo ventre")

A Rita (a "Admirável Demente") desafiou todos quantos por lá passassem.
O desafio é o seguinte:
1) Agarrar no livro mais próximo.
2) Abrir na página 161.
3) Procurar a 5a frase completa.
4) Colocar a frase no blog.
5) Não utilizar a melhor frase nem o melhor livro! Usar mesmo o livro que está mais próximo!
6) Passar a 5 pessoas.
5 pessoas: Jorge Rita, Ianita, Flávia, u João, André Irre. (Tu que te sentes excluído, faz
também;se não denunciares a infracção às regras, eu também não)
Se não cumprirem o desafio vão ter 5 anos de azar: vão viver 365 dias vezes cinco numa ilha quase deserta, cujos nativos vão ser vossos servos(as), andando nu(a)s a apanhar cocos e a abanar-vos o leque para fazer fresquinho. (Depois não digam que não avisei)

05 dezembro 2008

I Challenge U

... o desafio consiste em, SEM BATOTICES! (i.e., sem consultar livros, net, seja o que for), conjugar o verbo POLIR no Presente do Indicativo.
Vá: Eu ...
Tu ..
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Ora bem, parese que este verbo é mesmo ranhosinho de todo, oferecendo algumas dúvidas.
Então, dois sites sugerem-nos:

pulo, pules, pule, polimos, polis, pulem
Um outro (que inclui a hedionda palvra "linguística" no seu endereço... UUUuuuhh...), dá-nos apenas 2 formas do plural:
Eu por mim aceito a sugestão do Jorge: eu lixo, tu lixas, ... Até sempre.
Ah! Para quem acertou, o prémio é uma salvinha de palmas: tá-tá-tá-tá-tá... [Não é estranho não haver uma representação gráfica do som provocado pelas palmas?...]

04 dezembro 2008

Conversas Escatológicas

Estou em crer que há alguns países que têm uma fragilizada relação de confiança com os seus papéis. Os higiénicos, em particular. Check it out:



(Tunísia)


(Turquia)

(Falta uma do Brasil, que é parecida com a 1ª foto, mas com mangueira de plástico mesmo, tipo daquelas de regar o jardim)

Espero que isto seja só para lavar o rabinho, a pombinha e/ou a pilinha... Porque, meus amigos, franchement, utilizarem isso para os efeitos em que estão a pensar, por favor, por quem sóis?, pelo FCP, claro!, mas isso é uma taradice, há outros caminhos para chegar a esse destino... Esta geração está podre, é o que é...

02 dezembro 2008

Blindness

Como nunca levei um murro no estômago, descreverei o impacto que o "Ensaio sobre a Cegueira" provocou em mim como uma bolada nas mamas (o filme, porque infelizmente ainda não o li).

Ia tábua rasa, sem conhecer pormenores do argumento e sem estar a par de polémicas. E aquilo mexeu comigo como já há muito nenhuma narrativa, literária, fílmica ou outra, mexericava.

A todos quantos leram o livro, viram o filme e / ou estão a par dos últimos desenvolvimentos em torno dos mesmos, algumas questões:

- Porque é que os burros dos americanos, não querendo ofender mas já o tendo feito, não receberam bem o filme? (Bem, creio que a pergunta contém em si própria a resposta...)

- Em que medida os cegos americanos se sentiram ofendidos com o filme? (A sério, não vejo espécie alguma de ofensa)

- A história não se resume, afinal, a 2 ou 3 ingredientes antípodas? A podridão inerente à condição de ser-se humano e uma surpreendente capacidade de amar o próximo nas situações mais extremadas?

- (E o som do sininho que acompanha o filme?...)

- Não tiveram, como eu tive, um quase eminentíssimo ataque de pânico na cena de violação? Ia-me saindo o coração e as tripas e a vesícula e o baço e tudo pela boquinha pequenina...

- E que interpretação deram à recuperação do homem oriental quase no fim do filme?...


PS - Adorei o argumento, o elenco, o "syuzhet" (!) e a realização, mas creio que só porque não exploraram muito a imagem das crianças no meio daquele degredo todo; de outra forma, teria tido mesmo de sair portas fora... Potente... E imperdível.