04 novembro 2008

Jogo Duplo

Ontem, 2ª-feira, o programa do Malato conseguiu prender a minha atenção, mas não porque me lembrei de começar a ser fã incondicional daquilo, que não desfazendo, tem alguma piada. Então não é que eu conhecia um dos concorrentes? (O que contou a piada do iogurte, para quem viu)
Ora, na qualidade de telespectadora indago-me muitas vezes acerca das probabilidades de visionalimentalimentar na TV alguém conhecido: um familiar, um amigo, vizinho, conhecido ou um "passing by".
10 milhões de portugueses é muito português, claro, mas também, quer-se dizer, não me fecho numa redoma: tenho os meus círculos sociais de café, o people do secundário, da ISCEF e da universidade, colegas de profissão dos múltiplos estaminés por onde passarinhei, os prestadores de serviço do Intermarché que me atendem semanalmente, os solícitos moços da bomba de gasolina de Brito, as meninas da Bershka do Bragaparque, as 2 senhoras da Halcon de VilaVerde, a Dª L. do quiosque, os Srs da oficina (e os meus ex-100 Euros de 6ª-feira), o Márito, meu 1º namorado, todas as esteticistas que já passaram as vistinhas e as mãozinhas pelo meu corpo [uuuhh...], a veterinária das minhas Fi e Salomé (e as careiras que a precederam), todas as pessoas com quem me zanguei (poucas, que eu sou Balança e gosto é de harmonia), ex-professores vivos, o Sr do Ponto Fresco de Montargil, os meus pares das Danças de Salão, o pessoal do ginásio que deixei de frequentar há muuuiiito tempo, bem... já perceberam, né, muita massa humana.
Será que essa gente toda tem medo de (a)parecer mais gorda na televisão? Ou eu é que devia ter estado mais atenta às aulas de Matemática, capítulo das probabilidades? Assim talvez conseguisse explicar a raridade com que vejo um rosto conhecido na TV...
E já agora que são rijos e ainda não desisitiram de ler este texto, outra questão nonsense: quantos rostos teremos armazenados na nossa mente? (Não me respondam com o blá blá das ligações neuronais, que não estou motivada para questões científicas; a malta quer é vibrar com o sensacionalismo da especulação...)
E se não nos tivéssemos sentado junto do Miguel nas reuniões de preparação para o Crisma? Isso teria influenciado a ramificação das nossas redes de conhecimentos / relacionamentos daí em diante? Ah pois é, bebé, isto dá que pensar!... Aposto que hoje já não dormem a pensar nisto. Perdão.

7 comentários:

flávia disse...

Lá vem mais uma noite de insónia...

Mas tu conheces gente comó cara***! :D

Por acaso no outro dia à Roda da Sorte tb foi um velho conhecido meu...

A minha memória é fraca, mas entre caras e nomes, nem há comparação, lembro-me sempre mt bem das primeiras (retenho os detalhes).

bjinhs isa (mais um texto delicioso :P)

Ianita disse...

Pois...

Não vi o programa na 2ªfeira.

Conhecemos muitas pessoas, de vista. ATé acho normal que conheçamos a cara das pessoas com quem falamos, mas conhecemos outras caras. De pessoas com quem nunca falámos, que simplesmente se cruzam no nosso caminho de casa pro trabalho, sempre à mesma hora... Estranho, de facto... Não sei quantas faces o nosso poderoso cérebro tem capacidade de guardar. Eu diria que demais... porque para me lembrar da cara de pessoas que não conheço, não me lembro por exemplo do que comi ao jantar de há dois dias...

E sim. Acredito que um momento pode mudar a nossa vida. Uns de forma mais sgnificativa do que outros, mas mudam.

E não te preocupes porque eu durmo bem de noite :)

Kiss

Bruno Marques disse...

Eu acho que temos muita capacidade de armazenamento de rostos na nossa mente. Diz-se dessas pessoas que têm boa memória fotográfica.

O pior é quando temos muita memória fotográfica, ou seja, muitos rostos armazenados na nossa mente, mas memórica fraca para nomes. E fazemos a triste figura de nos lembrarmos sempre que já vimos aquela cara em algum sítio, mas queremos dizer o nome da pessoa e não conseguimos. É uma situação sempre gira de viver...

u João disse...

Olá isandes! Porque não concorres tu, assim ficavas a saber de quantos se lembram de ti.Que tal a roda da sorte!:)
Nunca te aconteceu, conhecer uma pessoa e quando perbeces, que possivelmente nunca mais a vais ver,sentires uma espécie de nostalgia.Pois, são essas pessoas que ficam, que nos dizem alguma coisa.Umas passam, outras vão ficando..mesmo que passem anos, deixaram um bocadinho delas em nós.
beijo

Isandes disse...

Eu sou das k fixam bem caras, já nomes e datas... tem dias...

Ó joão, se tivesse de ir a qualquer programa, tinha k ser pa ganhar muito dinheiro, tipo o da Teresa guilherme, k assim a humilhação era ainda maior e assim virava eremita e na gostava + dinheiro em madeixas, lol

Ósculinhos pa todos :)

flávia disse...

ósculinhos é riquinho LOL

Anónimo disse...

Muito fixolas!!