21 novembro 2008

Coisa nova de que ouvi falar hoje

... Psicogenealogia.

Explicação mais ou menos bem explicada, retida de ouvido: uma espécie de solidariedade familiar intergeracional, cujo agente é o inconsciente. Ex verídico: senhora que "resolve" ter um acidente no mesmo túnel onde o pai teve um acidente anos antes (sendo que esse túnel não fazia nunca parte dos seus percursos habituais). No mesmo dia. Coincidência? De acordo com "esta" Psicogenealogia, trata-se de uma força de bloqueio exercida pelo inconsciente sobre o consciente, sendo que este não conseguiu, obviamente, fazer o luto. (só vou pesquisar amanhã, k é para ficar a pensar mais um coche sobre isso).
[Se houver entendidos na matéria, disponham. Até sempre.]

7 comentários:

Rita disse...

Ui, nunca ouvi tal! É um bocado creepy..:) beijinho*

u João disse...

Olá! o que se passou com esse teu familiar,foi aquilo que se chama um "reflexo condicionado" segundo Pavlov é a reação fisica a um condicionamento mental. Na altura em que passava no tunel, a mente sintetizou toda a informação a respeito do acidente que se tinha passado anteriormente, e teve um comportamento similiar ao acontecido.
Pode ser uma explicação possível.
beijo

Ianita disse...

..... Credo!

O nosso subsconsciente é uma força poderosíssima!

Kiss

flá disse...

Que interessante. Também desconhecia. A referência d'u João à teoria "reflexo condicionado" do Pavlov foi muito pertinente, boa achega, mas penso que essa é mais abrangente. O que chama a atenção nesta Psicogenealogia é a restrição aos laços de sangue; parece uma coisa kármica. Gostei do assunto, dá vontade de saber mais. O post mais recente é ainda mais claro sobre a objecto de estudo do mesmo.

Ah como eu aprecio o carácter graciosamente didáctico do teu blog, isa, não deixando de ser galhofeiro :DDD

jinhos

Isandes disse...

Galhofeiro? Como OUSAS dizer isso, Flávia?

flá disse...

OUSEI com o ar mais descarado e ternurento deste mundo!

Uma beijoca. O teu blog faz a diferença para mim!

Isandes disse...

Mutatis mudandi; tás cá dentro, flávia! xuac