26 agosto 2010

Galo

Ao chegar a casa de trocar elevador do vidro do passageiro, preeccc. Agora virou à esquerda. Não ganho ´pa elevadores. Vou mandar desligá-los, vê-los definhar. Imobilizados. A agonizar. (E eu a morrer intoxicada com minha própria respiração. E ser descoberta morta em andamento, aos círculos, como um abutre.)


24 agosto 2010

Anatomia

Não gosto do Sheperd-chefe.
A Grey tá com a cara inchada.
O meu choro é igual ao da Yang.
A relação Callie-Arizona está repleta de Verdade.
A loira amiga do Hunt é linda de morrer, mais linda que no 24.
A Bailey e a Yang continam no pódio.
(dasse, que ele era mesmo obeso e eu também gostava de saber como é que ele fez um filho)

22 agosto 2010

anestesia geral


Foi a minha primeira vez. Adorei. Não foi precisa a contagem decrescente. Um formigueirozinho, um sorriso dizendo até já (feminino, hélas...) e zumba. Simples, maravilhoso. Fiquei fã.

20 agosto 2010

algum dia


...tinha de ser. Ontem confrontei-me com a certeza-noção-sensação-hipótese de ter gravado um ficheiro no pc e na pen. Vai de ver documentos recentes, restauro do sistema e nicles. Baba e ranho por uma tarde de trabalho prolixo deitado janela fora... Algum dia tinha de ser. É um clássico. Já me sinto parte desse grande rebanho que no processo de corrida contra o tempo de redacção duma tese passa por esse stress. Um salgadinho? Não, obrigada.

19 agosto 2010

gato escaldado

Não entendo como há tanto pessoal a virar red fish assado. Eu sou branquelita e não uso mais de factor 15, que uso 1 a 3 vezes por dia de exposição solar. É mesmo masoquismo. (um cancro de pele pode andar a fermentar durante 10 anos...)

17 agosto 2010

Ainda estou para ver como é que esta tangada que me levou mais de um mês a ler
...vai dar nisto. Quero ser surpreendida, vá.


(até Setembro emito veredicto)


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Ainda em Agosto: fantástico processo de (re)adaptação. Brilhante.

15 agosto 2010

snobbish

Ontem n´"O meu Blogue Dava um Programa de Rádio" leram um post todo empertigado do género fiquei toda indignada porque fui a uma Fnac/Bertrand e o prestador de serviços não sabia quem era Goethe e tampouco gostava de filosofia. E que, pior, nunca tinha ouvido falar em Pudovkin. E que os empregadores deviam envergonhar-se de não terem pessoas culturalmente aptas a servir um público que procura intelecto. (Mais coisa menos coisa.)
Ora, vergonhoso foi há cerca de um ano atrás ter sido atendida na Fnac Braga por um megabacano licenciado em Media (or something) que, solícito como jamais visto, me emprestou uma maquia dos seus conhecimentos de cinéfilo e de estudante de teoria do cinema, que me veio a ser bastante útil.
Se há coisa que detesto é a puta da mania. Mesmo.

Wanna go daggering?



Um post do Bruno do Artigos e Tal veio confirmar que o ser humano precisa de rotular o circundante para que esse faça sentido.

Quando fui a um dos clubes do submundo nocturno Havanês, na Páscoa, pensei durante largos momentos que me havia metido com as minhas amigas numa cena marada que metia swing, orgia, squash e essas experiências radicais todas, duma só assentada.

É que, alguns minutos depois de ter perguntado se o "Diablo Tum Tum" era mesmo uma disco (´tava tudo a olhar de um lado pró outro, como num jogo de ténis, feitos tóines...), aquilo pegou fogo e toca de ver o povo a traquinar à coelhinho uns com os outros mas por cima da roupa (que era o que eu fazia quando era pikena, para não perder a virgindade com uma má aposta, hi hi...).

Então diz que isto é "Daggering", um kuduro progressivo em voga nas Caraíbas, em especial na louca ilha da Jamaica - kuduro... eu cá acho que não é o bujão que fica duro, apesar de ser coisa para tonificar os glúteos, sim senhora. E para engessar mui úteis partes do corpo.

(Este vídeo é do Sr.Vegas e é uma amostra muito púdica desta dança; para ter acesso a uma aula como deve de ser, googlem e tenham um par de cuecas lavadas à mão, lol)

13 agosto 2010

menos, tá?

Este ano é só primeiras vezes.
Aftas, infecção urinária e, em malograda contagem decrescente, colonoscopia.
Tudo cenas maradas que põem pontos fulcrais do meu organismo a fumegar.
Vou ali por um anúncio e já venho.

12 agosto 2010

toma que já levaste

A Ianita deu-me conhecimento deste mecanismo anti-violação. A minha questão é: isto usa-se preventivamente? É que é tipo a flûte pró período...

10 agosto 2010

sangue no açúcar

Descobri no Portugal profundo uma pastelaria alemã que tem uma montra com coisinhas assim

(tipo, tarte de queijo creme e ginjas)


e assim

(este fófi anónimo deve cá cantar amanhã, se Deus quiser)

e assim, que foi o meu primeirinho


(bolo de ruibarbo)
[E, já agora, o ruibarbo é uma coisa feia destas. Ainda bem que só googlei a planta depois de mamar o bolico, senão mamava-o na mesma]


Agora, faltam-me os cupcakes, esses lindos bolos de artesanal e caseira aparência que anda a por o pito das "Sex and the City" fãs aos saltos. [Avistei-os no PD pelo democrático preço de 80 cêntimos!]


E um viva às dietas de Verão! Viva! Viva!

05 agosto 2010

pipi acima


Ora, este ano o Andanças deu-me a conhecer esta pérola:
(Até fazia uma enquête para apurar palpites sobre funcionalidade do objecto, mas, coitadinha de mim, não tenho leitores)


Então, diz que ao longo de uma vida, uma gaja gasta ao redor de 17 000 tampões/pensos (chiça, cá nojo). E este utensílio, autêntica flûte de champanhe francês sem pé de cristal, que dura entre 5 a 10 anos (com muita fervedura pelo meio, claro), permite reduzir significativamente a pegada ecológica.
Dobra-se bem dobradinho, mete-se pelo pipi acima e siga para bingo, é pá pita e pá cota enxuta!


Eu, no que me diz respeito, peço desculpa, mas depilo-me e uso papel higiénico, cotonetes e pensos descartáveis. E coisas que possam vir a rabear dentro de mim, só aquilo que todos sabemos, pues que si. Adeus.



[Sabe mais aqui: http://www.lunette.fi/pt/index.php?id=67]

03 agosto 2010

weird night out

Logo, logo à entradinha da disco, na noite de sábado, um acquainted taipense, prestador de serviços do café ex-mais conhecido da localidade, me avistou. Momento de hesitação em relação a intercâmbio de xuacs (entretanto cancelado, graças ao omnipotente) e, conversa de circunstância, indaga-me se não andava perdida, se tinha mesmo saído à noite, réu-péu-péu,... Resposta:
- E tu, por aqui [brevíssima suspensão do discurso], assim disfarçado?

O moço parecia aquele fininho da 7Up, versão Jane Fonda prestes a dar aula de aeróbica. num ano da graça da década de 80. Ténis e corsário [até aqui tudo bem], t-shirt às riscas [ok-ok], fitinha de lycra no alto da cabeça na fronteira testa/cabelo crispado, e, tcharam, cerveja no topo do bolo, óculos de sol azuis quadradões.
[o moço é avec radicado no Minho e explora nostalgia gaulesa no mês de Agosto, quando eles andem aí]

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Afinal, só encarna a personagem na night; vi-o a frequentar o meu ginásio sem fitas nem outros adereços... good for him.

01 agosto 2010

na 1

gostei de ver o big brother dos estilistas, sendo que me vou manter espectadora atenta daqui prá frente, que aquilo tem potencial para virar o caldo, sim sra... atchim