26 junho 2010

inédito

A mãe de um miúdo de 7º a quem subimos um nível 2 para 3 de forma a poder transitar ficou indignada pelo filho não ter ficado retido...

23 junho 2010

so so f*cked up

Ora bem, se:



20 páginas __________ 1 ano

100 páginas __________ x



Aplicando a regra dos 3 simples... 3 vezes 9, 27, o pai tira e a mãe mete, o que dá, tcharan, 5 anos.

Previsão de 5 anos, a este ritmo alucinante, para editar uma tese. Que devia ficar pronta para Outubro ou Novembro próximo. A pagar 166 euros/mês, vou ali cortar os pulsos e talvez não volte.


E entretanto, a cerveja no topo do bolo: Summer School na universidade em Setembro, com direito a uma apresentaçãozinha em inglês do projecto de tese (mas qual tese? qual projecto?), perante uma plateia que, diz-se, conta com ilustres nomes das traduções (os fdp falam todos no mínimo 4 línguas...), dos estudos pós-coloniais e estruturalistas e tuditudo.


Métodos higiénicos? (que corte dos pulsos provoca esguicho lamentavelmente abundante) Ah, e indolor. (que eu gosto dum tautauzinho apenas em circunscritas circunstâncias)

20 junho 2010

food orgy

Última aula de Seca Acomp, perdão, Estudo Acompanhado do ano. Avisei a clientela que era para visualizar um filme e que podiam fazer-se acompanhar de comes e bebes.
Os gajos devem ter ouvido um boato qualquer, que ia rebentar uma bomba nuclear, que era a fim da mundo, e que a videoteca era um bunker onde poderiam sobreviver em segurança durante uma década.
É que para além de se estarem a preparar descaradamente para assegurar a procriação humana, com rituais primitivos de pré-acasalamento, muniram-se de toda e qualquer porcaria que cabia na categoria de "produto mastigável":
Um bolo de chocolate com ar profissional, batatas fritas de toda a cor, cheiro e feitio, garrafas de Cola de litro, bolachas tamanho família numerosa que tem direito a 10% de desconto nos produtos Intermarché, Bollycaos ...
(O L. levou, só para ele, dois sumos e 5 bolos.)
[Isto na aula das 11,50 às 13,20h. Pré-almoço, portanto.]
E eu? A salivar e a pensar "aproveitainde enquanto não começaindes a alargar prós lados..."

19 junho 2010

Não vale a pena

dizer que ficámos muito, muito mais pobres.

Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara.

17 junho 2010

as minhas páginas do momento

Este anda-me a queimar as tardes livres,
que culminam com uma zoeirada na frágil cabecinha
enfeitada por cabelos longos e em breve ex-casposos
(deve de ser do stress, mas já lhes tou a dar com kérastase)


Já andava à caça dele há muito.
É em mirandês, a 1ª língua-fantasma oficial do mundo.
(o que é uma pena, pois é giríssimo.
Bô! O raça da canhona só tinha de se desviar um cachico)



Novidades, muito bem escrito, apesar das private clues culturais
(próprias duma grande obra soviética do século passado).
Do mesmo de Lolita.

16 junho 2010

what?

Os jogadores que desfilam nos relvados do Mundial reavivaram-me uma dúvida que volta e meia me corrói exasperadamente, até ao desgaste mental.

Qual é mesmo o interesse de ter tatuado no corpo uma série de caracteres chineses cujo significado esquecemos 3 meses e meio depois de o gravarmos para todo o sempre no meiinho das costas ou tornozelo acima? Hein?

É que nem China, nem Tailândia, nem afins são propriamente países fronteiriços. Ou países que reúnam elevados níveis de empatia da nossa parte (a que a proliferação de lojas tipo "Super China" ou de restaurantes "A Muralha da China" devastados pela ASAE não serão alheios. Digo eu.)

(É que aqui há uns tempos, muuuiiitos tempos, andava eu a explorar as ferramentas do google, também me deu para escrever no meu messenger uma mensagem em árabe. E agora gostava muito de saber o que lá está. O que seria fácil, não se desse o caso de preguiçosa ser o meu último nome, claro.)

13 junho 2010

Dias como hoje


...pedem isto, numa esplanada, ao solinho. É como as cerejas...

06 junho 2010

socorro

maçã
+
pão-de-ló
+
chocolate
+
cerejas
+
aletria
+
bolachas digestive

03 junho 2010

assim pró rascófone

Já tinha saudade de ir ver uma narrativa fílmica que me desiludiu por ser francamente inferior à contrapartida literária que lhe deu origem.
Porque os livros são extraordinariamente melhores que os filmes, por (algo) maus que sejam. As palavras dão-nos amplitude para montarmos os décors, tomarmos decisões sobre o guarda-roupa e demais caracterização; até nos deixam moldar o carácter das personagens e alterar as relações de causalidade...
Este Dorian Gray é bastante mais dado à traquinice que o de Oscar Wilde, a quem foram também buscar a polémica homosexualidade. E claro, a mise-en-scène de episódios esotéricos corre sempre o risco de cair pó kitsch, como acho que acontece aqui.
Mas prontos, no baiquenãobai, acho que bai; especialmente para quem elege preferencialmente, como eu, obras do período Romântico - e isto mete a venda da alma ao diabo, narcisismo, mito de fausto, truca-truca à maluca, etc.
Adeus.

01 junho 2010

foge-lhes a boca pá verdade

Na Worten:

Eu: Menina, onde é a secção dos tripés?
Prestadora de serviços: Dos pénis?

[Não sabia que vendiam desses artigos motorizados na Worten, mas para wortarmos sempre, eles têm realmente de diversificar a oferta. Mas desses já tenho, embora deva estar empoeirado ou fora de sítio, graças à minha mami que temo já se ter deparado com aquilo, com a sua mania sazonal de arrumações de roupa. Dos de carne e osso, obrigada, mas o chato é não ser uma peça amovível e termos de levar com o pacote todo. E tá difícil encontrar pacotes em condições. Não têm chovido na minha horta, não senhor.]

E esta evocou-me uma que se passou com o pai da C., na sua perfumaria/bijutaria/bazar:
Cliente: Ó faz favor, tem pens? [em inglês de Portugal, "pè-nes"]
Pai da C.: Sim senhora, um momento. - E espeta-lhe com uma piroca de peluche cor-de-rosa tamanho XXL em cima do balcão.